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sexta-feira, janeiro 24, 2014

Uma máquina para ser outra pessoa

Colocar-se no lugar do outro é uma tarefa quase sempre difícil para o ser humano. Por isso, por sempre vermos apenas o nosso ponto de vista, perdemos várias outras perspectivas. E não apenas isso, mas acabamos nos tornando menos tolerantes às diferenças, sejam elas de sexo, de idade, de classe social, de religião, etc.

Como seria então se você, mulher, tivesse que se colocar na posição de um homem, ou um racista se visse no corpo de alguém de outra etnia? Difícil, né? Justo por essa dificuldade, achei bem legal o projeto The Machine to be Another (Máquina para ser outro). Inspirado em experimentos neurocientíficos, o projeto tem um mecanismo que engana o cérebro fazendo com que ele pense que está no corpo de outra pessoa.

“A intenção é trabalhar questões ligadas à empatia, identidade, percepção do outro”, afirma o inventor do projeto, Philippe Bertrand (que, para nosso orgulho, é brasileiro!). “Nossa teoria é que se as pessoas se aceitassem como parte de um grupo o mundo seria melhor.”

Além de tratar das questões de gênero e etnia, o BeAnotherLab também fez uma experiência com uma dançarina com deficiência física. Em uma cadeira de rodas, ela usa os óculos que dão a impressão dela ser uma bailarina com seus movimentos normais:




Dancing on the Feet - Embodied Dance Investigation with The Machine to Be Another from BeAnotherLab on Vimeo.

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