

A Coca-Cola continua apresentando novidades para comemorar seus 125 anos. Depois de lançar embalagens comemorativas nos Estados Unidos e em Hong Kong, a marca relança na Inglaterra a versão da garrafa de vidro usada em 1899, quando a bebida passou a ser gaseificada. Foi aà que surgiu o problema de manter a conservação sem perder o gás. A solução encontrada foi uma tampa metálica revestida com borracha, com um original sistema de vedação, batizado de Hutchinson. A embalagem comemorativa está á venda exclusivamente na loja de departamentos Selfridges, nos pontos de venda ou pela internet. Pode ser comprada sozinha ou em um kit de colecionador que traz outras três garrafas também antigas.
Bem que poderia ter aqui no Brasil, né?
Informações do Cidade Marketing.

Essa câmera ai não é brinquedo não! Aproveitando-se da "legomania", a Pentax lançou a sua Nanoblock digital usando blocos modulares da marca Diablock, uma concorrente da Lego no Japão.
Com ela, os fotógrafos podem usar a sua criatividade para customizarem suas câmeras, criarem molduras para suas fotos e, claro, fotografarem. A câmera é uma versão da sua Optio NB1000.
Ah, quanto custa o brinquedinho? Cerca de US 250.
Comprado em minha última viagem de 2010, o primeiro livro lido em 2011 conta justamente a primeira aventura de Hercule Poirot, famoso detetive criado pela Rainha do romance policial, Agatha Christie.Em "O misterioso caso de Styles", a rica proprietária da mansão Styles, Sra. Inglethorp, é supostamente acometida de uma ataque cardiáco. Entretanto, não demora para ser levantada a hipótese de assassinato por envenenamento. Mas como provar? Quem seria o assassino ou assassina? Seu marido, que parece ser um patife interesseiro? Algum dos seus enteados ou suas esposas? Apesar dos esforços da Scotland Yard, é o ex-detetive belga, cheio de manias, Poirot, que acaba desvendando o crime a pedido da famÃlia.
Escrito em 1920, o livro traz todos os elementos de um bom policial: múltiplos suspeitos, provas forjadas e vários motivos. Com um texto claro e coeso, Christie nos proporciona uma prazerosa leitura em busca do culpado. Ao longo do texto, ela fornece pistas para que o leitor tente descobrir e avançar nas suas próprias investigações. O único problema é que todo leitor se deixa levar pela imaginação e como Poirot avisa: " -Você deu excessiva rédea à sua imaginação. A imaginação é boa servidora e mestre ruim. A explicação mais simples é sempre a mais provável". (pág. 82)

Todo inÃcio de ano é a mesma coisa: um monte de resoluções que nos enchem de disposição e esperança para mudar algo que nos incomoda em nossas vidas. Eu mesma já fiz algumas para 2011... E pelo visto, elas não são exclusividade minha. A superinteressante fez uma enquete e aponta quais as 10 resoluções de ano novo mais populares por ai. Veja só o resultado:
1. Perder peso (1.470 votos)
2. Comer, beber, aprender ou tentar algo novo (999 votos)
3. Guardar dinheiro (909 votos)
4. Ser feliz (890 votos)
5. Definir uma meta atlética acessÃvel, tipo correr 5 ou 10 km (822 votos)
6. Se apaixonar (695 votos)
7. Tirar fotos em todos os dias do ano (659 votos)
8. Arranjar um emprego (652 votos)
9. Ler mais (620 votos)
10. Parar de fumar (452 pessoas)
E aÃ, algum destes itens está entre as suas resoluções? Na minha com certeza. No final, queremos coisas muito parecidas e se olharmos bem, elas são bem simples. O que não é simples, é colocá-las em prática...
Feliz 2011 e espero que consigamos todos realizar nem que seja uma de nossas resoluções de final de ano.

Dilma Rousseff, em seu discurso de posse (01/01/2011)

Do analógico ao digital. De um filme de rolo a um CCD. A tecnologia da fotografia de aperfeiçoou e se democratizou, mas não tornou-se comum ou ordinária. Como também seus instrumentos.
Foi por isso que meus olhos brilharam quando viram aquela Pentax K1000. Quantos cliques foram dados no seu botão? Quantas imagens eternizadas? Quantos filmes expostos à luz?
Ela é um pedaço da história contada por homens que um dia ousaram capturar imagens e preservá-las num pedaço de papel.
O acervo abrange obras de Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Martin Scorsese, Roman Polanski, Francis Ford Coppola, Jean-Luc Godard e David Lynch, só para citar alguns.
Alguns tÃtulos listados são restritos aos americanos, como Dr. Strangelove (Dr. Fantástico), de Stanley Kubrick (o filme é uma cortesia do Netflix). Mas esses são minoria. A maior parte dos filmes está disponÃvel sem nenhuma restrição.
Acesse em: http://www.openculture.com/freemoviesonline

A última temporada não foi das melhores, mas é sempre um prazer acompanhar as aventuras de Ted, Marshall, Lily, Robin e Barney - especialmente este último. Mas enfim, no inÃcio da 6ª temporada de How I Met Your Mother, Big Days, descobrimos mais um pequeno detalhe de como Ted vai conhecer sua aoma gêmea: provavelmente num casamento, no qual ele será o padrinho e terá que fazer o brinde. E é só. Pelo andar da carruagem, ainda vai demorar muitos episódios até escutarmos essa história completa.
Já nos dias atuais, a tentativa de Marshall e Lily de ter um bebê acabou não se concretizando, pois houve muita "pressão"... A moça não se sentiu à vontade quando descobriu que o pai de Marshall já estava sabendo da tentativa. E olha que ela nem imagina a quantidade de pessoas que já está ansiosa pela sua gravidez.

Para quem, como eu, gosta de fotografia, a dica é o curso básico de Câmera promovido pela Vila das Artes. As inscrições vão até o dia 19 de setembro. Elas podem ser feitas na secretaria da Vila das Artes, das 9h à s 20h. Os interessados devem preencher uma ficha de inscrição, levar uma cópia do currÃculo e uma foto 3x4.
As aulas serão de 27 de setembro a 1º de outubro, das 18h30 às 21h30, orientadas pelos técnicos Eudes de Freitas e Tiago Nascimento.
A capacitação faz parte do programa Olhar Brasil, mantido pela Prefeitura de Fortaleza em parceria com o Ministério da Cultura. Local de apoio à produção independente, o Núcleo de Produção Digital da Vila das Artes oferece gratuitamente atividades direcionadas à área do audiovisual, para realizadores e profissionais que já estejam atuando na área.
Serviço
Local: Secretaria da Vila das Artes (Rua 24 de Maio, 1221, Centro)
Mais informações: 3252.1444.
Kiko do KLB - Prefiro não comentar...


O irmão Leandro não quis ficar de fora e se candidatou também...

Só faltou o Bruno...

Ideologias polÃticas à parte, "A cidade do sol", tal como "O caçador de pipas", é um recorte do cotidiano do Afeganistão, em especial de Cabul. Por suas páginas é possÃvel imaginar a gente sofrida e cheia de esperança, sentir as diferenças culturais e ler sobre o amor que brota do sofrimento. O amor de Laila e Mariam, de Laila e Tariq, de Mariam e Aziza e de todos eles por Cabul e por um futuro que eles pretendem construir.
Num relato histórico da década de 70 até os anos 2000, Khaled Hosseini acompanha a vida de duas mulheres: Mariam e Laila. A primeira é filha bastarda de um rico comerciante de Herat, a segunda é filha de um professor que desde criança escuta que ela pode ser o que quiser. No entanto, apesar de serem tão diferentes, a violência e a guerra acabam aproximando essas duas mulheres. E é o relato da história de Laila e Mariam que nos comove e nos ensina. Por isso, apesar das descrições perturbadoras, "A cidade do sol" foi para mim um livro que fala de esperança, uma evocação a vida, que me fez perceber a beleza das coisas simples.
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FICHA TÉCNICA
TÃtulo: A Cidade do Sol
Autor: Hosseini, Khaled
Editora: Nova Fronteira
Ano: 2007
ISBN: 978 85 209 2010 7
Nº Págs: 364

Nesse sábado, 1º de maio, acontece na Praia do Titanzinho (Fortaleza/Ce) o Pin Hole Day. Pra quem não sabe o Pin Hole é uma espécie de máquina fotográfica sem lente, feita a partir de uma lata ou caixa que não permita que a luz penetre, e que possua um pequeno furo feito geralmente de alfinete. É uma câmara obscura artesanal. Se coloca papel fotográfico dentro e a mágica acontece.
Na época da faculdade fizmeos algumas e guardo até hoje minhas fotos de Pin Hole. Mas enfim, a iniciativa é do iFoto e quem puder aparecer por lá, certamente terá uma manhã bem diferente.
Mas só pra lembrar que Pin Hole é coisa séria. Em 2008, fui a uma exposição do fotógrafo israelense, Ilan Wolff, que utiliza essa técnica. Veja como foi, aqui.
Enquanto esse dia não chega e não 'sai a verba' para eu comprar um equipamento minimamente decente, decidi compartilhar algumas fotos feitas na minha humilde cybershot mesmo... Não é nada excepcional, mas é o que tenho até agora. O único álbum que publiquei até agora no Flickr é de fotos de Donostia/San Sebastián, cidade da España, na qual morei em 2008/2009.
O álbum completo, você confere aqui.

Acabo - literalmente - de assistir a 'The Power fo Madonna', o episódio mais esperado da temporada de Glee. Tão esperado que não poderia deixar para amanhã e perder a emoção e as impressões do momento. Fala-se nesse episódio desde 2009. Quando há algumas semanas, saiu o ensaio na revista Vogue americana, foi demais. Os atores estavam belÃssimos. Depois foram as músicas... Escutamos cada canção imaginando como tudo aquilo estaria no episódio e... apesar de ter sido incrÃvel, me decepcionei.
Me explico: adoro Glee! As apresentações foram perfeitas: Sue ainda mais poderosa ao melhor estilo Madonna e cantando 'Vogue'... 'Like a virgin'... Meu Deus! A Emma se soltou pra valer! Foi uma das performances que eu mais gostei do episódio. O final com 'Like a Prayer' também foi muito bom. Assim como o mash-up de 'Boderline' com 'Open Your Heart'. Mas como série, como trama, o episódio decepcionou.
Na verdade, por diversas vezes na temporada percebe-se que Glee não sustenta muito suas histórias. Os altos e baixos são constantes, mas os fãs seguem atentos porque os musicais são realmente arrebatadores.
Criar o 'link' para as música de Madonna foi fácil: Mr. Schuester, preocupado com as meninas do Glee, que vinham sendo desrespeitadas e intimidadas pelos rapazes, resolve usar as músicas de Madonna e sua mensagem musical para inspirar nas garotas, força, independência e confiança.
No entanto, vários personagens estavam apagados e simplesmente ressurgiram... Já nem lembrava do envolvimento de Archie e Tina e lá estavam eles juntos de novo por causa do tema do episódio... Quinn e Puck, que também andavam sumidos depois que a verdade sobre o bebê foi descoberta... bem, esses continuaram apagadissimos no epÃsódio... Reparei na falta de barriga de Quinn, que já deve estar lá pro seu quinto mês de gestação... E o Puck só sabia reclamar que Madonna era para meninas...
Mesmo assim, os números da audiência foram, na falta de um adjetivo melhor, impressionantes. Ele atraiu 13,5 milhões de espectadores nos EUA e já se expecula que o criador da série estaria negociando com a rainha do pop para repetir a dose. O que não seria nada mal, mas é bom os roteiristas e produtores de Glee devem ficar atentos, porque nem só de canções e performances vive uma série. É preciso ter uma históriaque sustente o show, porque senão serão apenas meninos cantando e a graça disso pode acabar logo logo...

Nos dez anos em que a série está no ar, CSI conseguiu alcançar um grau de excelência que mantém a cada episódio. No entanto, de algumas temporadas para cá, apesar do alto nÃvel da produção e das histórias, definitivamente CSI não era uma série que empolgava. Ela criou um padrão e o seguiu. Um modelo que deu certo e que os produtores estavam confortáveis em seguir. Mas o episódio 10.17, Irradiator, conseguiu lembranos do porquê, essa série faz sucesso há 10 anos, levando à s telas uma trama intrigante e empolgante.
Nesse episódio, um casal é brutalmente assassinado por um vizinho, que num primeiro momento é considerado Dr. Jekyll, o serial da temporada, pelos peritos. No entanto, logo se percebe que na verdade ele é apenas mais uma vÃtima do serial killer e é, a partir dele, que os CSI conseguem a melhor pista até o momento para encontrar Jekyll.
Agora, Langston está a um passo de descobrir quem é o Dr. Jekyll e mesmo de ser seu próximo alvo. Afinal, o souvenir do CSI, o Dr. já levou: seu crachá.
Dr. Jekyll, como foi apelidado pelos CSIs, é um criminoso em série que mata suas vÃtimas, submetendo-as a procedimentos cirurgicos que ao invés de curar, matam. São procedimentos bem elaborados e com alto grau de precissão, o que não poderia passar despercebido por Langston, médico por formação.
Após um hiato de quatro meses (a última exibição da série foi em dezembro de 2009), Glee voltou com tudo em "Hell-o", apresentando novos personagens e tramas, além, claro, de musicais muito bem feitos.
Pelo visto, esse "tempo" que a série deu, serviu para conseguir boas audições. Para não dizer ótimas. O que é Jonathan Groff, o Jesse Saint James? Ele cantando com Rachel, “Hello”, de Lionel Richie, foi maravilhoso. Pobre Rachel... realmente é difÃcil dizer 'não' a um St. James como esse...
E os fãs ainda terão que esperar para ver o romance de Will e Emma. Como disse a própria personagem, parece que a convivência os fazem carregar a mesma fragilidade emocional dos alunos...
Ah, e temos que falar de Sue... Apesar de sempre esperarmos o "pior" de sua personagem, ela sempre surpreende com suas artimanhas para acabar com o Clube. Dessa vez, depois de ser suspensa, ela consegue voltar à escola, chantageando o diretor Figgins. A cena dela tirando uma foto dos dois na cama foi ilária.
Glee voltou bem, mas os fãs esperam mais. Na próxima semana, o episódio mais aguardado: "The Power of Madonna".
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Ainda sobre Glee...
A Fox alterou a data de lançamento da primeira temporada, volume 1, "Road to Sectionals", de Glee. Prevista para o mês de abril, agora o box com os primeiros 13 episódios será lançado em 26 de maio, no valor de R$99,90. No mesmo dia sai um outro box em edição especial, que traz, além dos episódios em DVD, a trilha sonora da série em dois CDs, ao preço de R$129,90.

Sabrina é um daqueles filmes no qual você fica torcendo pela mocinha do começo ao fim, aguardando ansiosa pelo momento em que ela poderá ficar com o mocinho sem quaisquer impecilhos, que neste caso eram a diferença social e o irmão do rapaz.
Foi a deliciosa comédia Sabrina que consolidou o nome de Audrey Hepburn na fama. Ela tinha acabado de ganhar um Oscar, é verdade, por "Roman Holiday", mas foi nesse longa que ela alinhou de maneira promissora a sua carreira.
No filme, ela faz a filha do motorista de uma famÃlia rica, que viaja para Paris para esquecer seu amor pelo filho mais novo dos Larabees, David. Lá, ela toma um banho de loja e volta da França como uma mulher elegante e bela (esse foi o primeiro filme em que Hepburn usou as criações do estilista Givenchy). Ai, já é David que se apaixona por ela. Tudo perfeito se o rapaz não estivesse comprometido com outra jovem. Diante dos interesses "familiares", Linus, o irmão mais velho, tenta afastar os dois, mas é ai que ele também se apaixona por Sabrina.
Numa perfeita combinação de charme, elegante, "infantilidade" e beleza, Hepburn conquista não apenas os irmaõs Larabees, mas a todos com a sua Sabrina.
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FICHA TÉCNICA
- TÃtulo original:Sabrina
- Gênero:Comédia Romântica
- Duração:1h53min
- Ano de lançamento:1954
- Estúdio:Paramount Pictures
- Direção: Billy Wilder
- Elenco: Humphrey Bogart, Audrey Hepburn, William Holden, Walter Hampden, John Williams
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A idéia do post veio dessa matéria que só hoje vi no site da Época (publicada em 31/12/2009 e Atualizada em 18/03/2010).
Alguns conselhos, estão transcritos logo abaixo:
Cuide mais das qualidades
"Certa vez, eu estava conversando com o Robert Gallo, que descobriu o vÃrus da aids, e ele disse: ‘Você é um rapaz criativo. E nós, pessoas criativas, temos de tomar mais cuidado com nossas qualidades que com nossos defeitos’. Porque os defeitos você sabe quais são e pode se defender deles, mas, das qualidades, não. Os criativos criam tantas coisas que depois não conseguem levar adiante o que criam, e isso pode ser uma arma contra a própria pessoa. O Gallo me disse isso na casa dele, num almoço, em 1995. Ele me conhece, sabe sobre meu trabalho aqui no Brasil, e a gente vivia trocando ideias. Ele falou por experiência própria, porque, esse tipo de conselho, nunca ouvi em lugar nenhum. Ele é muito entusiasmado com suas ideias e toma esse conselho para si mesmo. Eu também tenho essa tendência de pensar coisas diferentes, de ser empreendedor, de pensar assim: ‘Vamos fazer’. Ao mesmo tempo, reflito: ‘Será que tenho condição de levar até o fim?’. Se você é preguiçoso, toma precauções contra a preguiça. É mais fácil. Agora, se você é generoso, essa generosidade pode te destruir também. Hoje, sou muito cuidadoso e, quando surge algo novo, penso no tempo que aquilo me tomará e de onde eu vou tirar tempo para aquilo. Porque pode chegar uma hora em que não haja tempo para mais nada. Então é preciso decidir, pensar bem."
Drauzio Varella, 66 anos, médico
Nunca se explique
"Era 1964. Eu tinha 30 anos e estava fazendo pós-graduação nos Estados Unidos. No Brasil, o golpe militar trouxe um clima em que qualquer coisa era subversão. Não era preciso fazer nada para ir preso. Muitos amigos meus foram assassinados. Eu escrevia artigos falando de liberdade, nada explÃcito contra o regime, mas é claro que eu era contra ele. E assim ganhei inimigos. Eu tinha sido pastor. Pessoas que não gostavam de mim dentro da igreja começaram a me fazer acusações. Nada era claro. Nunca sabemos direito como são as coisas. Chegavam mensagens do tipo ‘consta que existe um documento contra você’ e tal. Eram ameaças. E, naquela época, até provar que focinho de porco não era tomada elétrica... Eu quis me defender. Publiquei artigos em revistas americanas para me explicar. Não houve repercussão. Foi então que meu professor de filosofia na universidade, muito sábio, me deu o melhor conselho que já me deram na vida. Ele me disse: ‘Rubem, nunca se explique. Para seus amigos, não é preciso se explicar. Para seus inimigos, é inútil se explicar’. Eu tentei seguir o conselho. Sempre tento, mas muitas vezes eu desobedeço. Ninguém segue conselho, né?"
Rubem Alves, 76 anos, mineiro, escritor, educador
Sucesso ou fracasso não são para sempre
"Em 1998, eu fazia um espetáculo chamado Um tal de Dom Quixote, com a Companhia Bando de Teatro Olodum. Meu papel era o de Sancho Pança. Quando a crÃtica do espetáculo saiu na imprensa, me fazia enormes elogios. Disse que eu havia roubado a cena. O tÃtulo era: ‘Um tal de Sancho Pança’. Fiquei exultante e fui mostrar a crÃtica à minha diretora, Cica Carelli. Ela me disse: ‘Mas por que você está comemorando tanto? Saiba que não existem nem sucesso nem fracasso permanentes’. Na hora, fiquei chateado por ela ter cortado a minha onda. De lá para cá, vi que é exatamente assim. Devemos ser comedidos nas alegrias e nas tristezas da profissão. O conselho que ela me deu, na verdade, formou parte de minha personalidade, pauta quem sou hoje. Depois de fazer televisão e de ficar mais popular, com novelas de grande sucesso, sempre penso nisso e comento sobre o que faço com o máximo de normalidade. Eu me tornei realmente consciente da possibilidade desses altos e baixos. Isso me ajuda muito a ter equilÃbrio no trabalho e na vida."
Lázaro Ramos, 30 anos, baiano, ator
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Só você pode se derrotar
"Na época da ditadura, eu estava presa no Dops, em São Paulo. Como as celas estavam lotadas de presos polÃticos e havia menos mulheres do que homens, botavam a gente nas solitárias. Então, fui parar em uma solitária. Estávamos eu e uma jovem de 21 anos chamada Leslie Denise, a Lelé. Um dia bateram na nossa porta com uma caneca. Pela janelinha, vimos um velhinho de olhos azuis. Com bandagens nos pulsos, ele disse assim: ‘Oi, meu nome é Jacob Gorender. Como é que vocês se chamam?’. Entre os presos havia dois estrangeiros do Al Fatah (facção palestina). Um deles nos contou que o velhinho era o doutor Jacob Gorender. Fizeram barbaridades com ele e passamos a cuidar dele. Lavávamos sua roupa, amassávamos abacate, botávamos açúcar, limãozinho. Ficamos amicÃssimas dele. A gente o achava velho, mas ele tinha 47 anos. Um dia, ele me deu um conselho: ‘Só tem uma coisa que você não pode fazer’, disse para mim e para Lelé. ‘Vocês não podem achar antecipadamente que eles (do Dops) sabem tudo, porque, se você achar que eles sabem tudo, que entendem tudo e são tão poderosos, vocês já se derrotaram’. Então, na vida, você não pode achar nunca que as pessoas sabem tudo ou são tudo. Se você não for capaz de entender o que a outra pessoa quer de ti, como é que ela te atinge, se você não for capaz de fazer isso, você já perdeu. E a frase dele era a seguinte: ‘Cuidado. Só você pode se derrotar’."
Dilma Rousseff, 61 anos, mineira, ministra-chefe da Casa Civil
E você, qual o melhor conselho que você recebeu?

Antes de falar do episódio, tenho que comentar a abertura. Não consigo entender a mudança no meio da temporada. A sensação que me deu é a de que eles tentaram suavizar um pouco e deixar o design mais moderno. O problema é que a série não é suave e, portanto, as fontes bastonadas para os nomes que aparecem só serviram pra causar um grande estranhamento entre os telespectadores, que agora aguardam que a abertura retorne ao original. No entanto, eu particularmente, não guardo essa esperança de que foi apenas um teste de um episódio só. A música também foi mixada... para pior.
Ao menos, passado o choque da abertura, tivemos um epidódio que muitos ansiavam. Que Peter não era desse Universo todos já sabiam ou - ao menos - suspeitavam. Mas agora, tudo pôde ser explicado, inclusive o acidente que levou a Nina Sharp perder seu braço.
"Peter" conta a história de como o personagem de Peter Bishop foi trazido de outro universo para o nosso próprio. No episódio anterior, Olivia havia percebido a verdade sobre Peter, e então Walter a procura para tentar explicar para ela - e talvez para si mesmo - suas ações. E fazê-la entender como aconteceu a sua escolha.
Inspirado, o ator John Noble, o Walter, esteve impecável durante todos os 40 minutos, e isso foi fundamental para o sucesso do capÃtulo. Afinal, como já disse, as revelações eram previsÃveis, mas as emoções sucitadas por Walter ao contar toda a história à Olivia... ah, essas não eram! A história foi profundamente pessoal, complexa e atraente. O episódio, perfeitamente compassado.
Apesar de revelador, muito ainda há por trás de Fringe, não apenas em termos da ficção, mas do drama envolvendo os personagens. O quê significou Nina dizer a Walter que "Você sabe o quanto Peter significava para mim e como será difÃcil para mim admitir que ele se foi"?
PS: Gente e, falando sério, os "Observadores" saindo do cinema, assistindo "De volta para o Futuro"... IncrÃvel como os roteiristas não perdem a oportunidade de fazer piada com a sua própria história.
PS2: Walternativo? Só o "verdadeiro" Walter para criar esse apelido!
PS3: Uma leitora do 'As séries da minha vida' fez um comentário bastante pertinente sobre a abertura: que a mudança foi justamente para dar um ar mais retrô já que a história se passava na década dos anos de 1980. Se for assim, mais uma vez tiro o chapéu pros podutores de Fringe.

Antes de subir ao Calvário, talvez nas horas mais Ãntimas passadas com seus apóstolos, disse Jesus, conversando com eles na última ceia: "Filhinhos..." (Jo 13:33); aliás, há quem traduza: "Meus meninos...". Por eles fizera-se homem e, agora, estava para derramar o sangue daquela maneira, para salvá-los. Tinha toda razão de chamá-los "filhinhos".
Então, morre na cruz e, três dias depois, aparece a Madalena em pranto e diz: "Vai, porém, a meus irmãos e dize-lhes: Subo a meu Pai e vosso Pai, a meu Deus e vosso Deus" (Jo 20:17).
É amor verdadeiro e divino, amor encarnado em Jesus, aquele que lhe faz dizer "filhinhos" não só aos discÃpulos presentes mas, por meio deles, a quantos o seguiriam.
Contudo, mostra-se ainda mais amor quando dis a Madalena "Vai a meus irmãos".
Talvez seja possÃvel conhecer Deus como Pai, pois no pai sempre há uma superioridade que o distingue do filho.
Mas, Deus como irmão, que conosco adora no Céu o seu e o nosso Pai, é um mistério tamanho, só possÃvel de vislumbrar se considerarmos que Deus é realmente o Amor. O Amor que, depois deter merecido, como Homem, todos os tÃtulos de paternidade para com os homens, pelos quais se encarnou, viveu e morreu, no findar de sua vida terrena, coloca-se ao lado dos outros, que Ele reconciliou com o Pai, fazendo-os partÃcipes de sua Divindade, fazendo-os semelhantes a si pelo Amor. Diz-se de fato que o Amor faz semelhar a si, e isso se constata em Jesus com uma clareza Ãmpar.
Além disso, o que caracteriza Jesus Salvador é que Ele dirigiu aquelas palavras de fraternidade a uma mulher, antes pecadora. E é justamente dela que se serve para avisar os Apóstolos, os que compunham sua Igreja nascente. A encarnação e a paixão de Jesus tinham como escopo a salvação do que estava perdido.
Ele converge sempre para isto e não se contradiz jamais.
A Igreja também fora fundada para continuar essa missão; por isso, Jesus faz que seja Maria Madalena a comunicar aos seus eleitos a notÃcia mais extraordinária, o milagre mais excelso. Aquela morte fora sobretudo por ela, pelos pecadores, que o amor e o sangue de Jesus haviam purificado e feito dignos até mesmo de anunciar aos que deveriam - por vocação - transmitir ao mundo a grande mensagem da ressurreição de Jesus e, por Ele e com Ele, a de todos os que o amam.
Autora: Chiara Lubich

Gabriel GarcÃa Marquez, en 'Vivir para Contarla' (p.15)

Rick, personagem de Humphrey Bogart, em Casablanca
Clássico do cinema americano, Casablanca, de 1942, foi um divisor de águas. Maduro e realista o filme foi ousado ao tratar da Segunda Guerra antes mesmo que ela acabasse, contando da saga daqueles que tentavam fugir da Europa, ocupada pelos nazistas, para os Estados Unidos, já que a cidade era a penúltima cidade da rota de fuga dos que fugiam do Terceiro Reich. Entre os que pretendiam ir para o Novo Mundo estavam Ilsa Lund e Victor Lazlo, importante lÃder da resistência tcheca. O que Ilsa não imaginava quando chega à Casablanca é que ali vivia Rick Blaine, um homem com o qual teve um romance em Paris, quando seu marido Lazlo havia sido dado como morto.
Casablanca foi um marco na carreira dos atores Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, que interpretam Rick e Ilsa. Muitos dizem que a interpretação apesar de carismática era bastante carregada pela teatralidade, o que era de se esperar já que ainda se procurava encontrar a linguagem desse novo meio que era o cinema. A música tema do relacionamento dos dois, "As Times Goes By", virou um Ãcone do cinema. Confira a cena na qual Ilsa pede a Sam que a toque no bar de Rick:
A Academia contemplará três microcontos, levando em consideração o uso correto das normas gramaticais, como coerência, coesão e ortografia em sua avaliação. Os escolhidos serão expostos no Portal da ABL, assim como no Abletras.
Além disso, o primeiro lugar receberá um Vocabulário Ortográfico da LÃngua Portuguesa (VOLP); o segundo lugar ganhará um minidicionário escolar da Academia Brasileira de Letras; e o terceiro lugar receberá um minidicionário da LÃngua Portuguesa do Professor e Acadêmico Evanildo Bechara, todos com as devidas atualizações do Novo Acordo Ortográfico da LÃngua Portuguesa.
Saiba mais, lendo o regulamento aqui.
ABL e novas tecnologias - Primeiro, a notÃcia de que os membros receberão Kindles para experimentação. Uma iniciativa ousada, se imagirnarmos que a instituição data de 1897, composta por apenas 40 membros efetivos e perpértuos, que amam livros... de papel.
Mas a verdade é que a ABL já vem dandos passos interessantes na tentativa de se inserir na Internet e nessa cultura nova que ela supõe. Há pouco tempo foi lançada a versão online do Vocabulário Ortográfico da LÃngua Portuguesa (Volp).
Em dezembro último, a ABL passou a twittar. O presidente inaugurou o perfil no microblogging dizendo: “Se eu tuÃto, tu tuÃtas e eles tuÃtam, a academia também tuÃta”.

Definitivamente essa não está sendo a melhor das temporadas de Grey's Anatomy, mas gostei muito de Push (6.17). O episódio foi da Callie! IncrÃvel perceber como a personagem cresceu e não lembra em nada aquela médica "estranha" tentando entrar no grupo. Ela amadureceu e agora já pode dar "conselhos saudáveis", como ela mesma disse, para os outros. E vamos admitir, eles estão mesmo precisando de conselhos...
Sloan não sabe o que quer da vida: das rapidinahs com enfermeiras, agora o rapaz quer construir uma famÃlia. Lexie, coitadinha, só agora a ficha está caindo que o relacionamento acabou, que Sloan quer seguir em frente e que ela está sozinha sem perspectivas. Hunt começando a sentir ciúmes de Teddy... E tudo o que ele passou pra ficar com Cristina?
Enfim, está tudo uma bagunza bem ao estilo Grey's Anatomy.
Holly, personagem de Audrey Hepburn, em Bonequinha de luxo (1961)
Fim de semana Cult... Assisti a "Bonequinha de Luxo". Inspirado no livro de Truman Capote, o longa de 1961, ganhou não apenas o Oscar de Melhor Filme, mas os corações de todos os seus espectadores. Afinal, quem poderia resistir a Audrey cantando "Moon River" na janela do seu apartamento? Ou a George Peppard como um gigôlo capaz de larga a boa vida pela amada? Ou mesmo ao impagável Mickey Rooney personificando um neurótico vizinho oriental?
Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, Holly (Audrey Hepburn) toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany's, na intenção de fugir dos problemas. Decidida a casar-se com um milionário, seus planos mudam ao conhecer o aspirante a escritor - e gigôlo - Paul Varjak.
Se hoje o roteiro pode parecer absolutamente normal, em 1961, "Bonequinha de Luxo" superou os preconceitos do inÃcio dos anos de 1960, apresentando uma história de amor de uma prostituta de luxo e de um gigôlo. No entanto, independente do ano em que se assista, "Bonequinha de Luxo" será sempre um deleite pela irrepreensÃvel atuação dos atores, pela música, pela fotografia e principalmente por sua história humana, tocante e divertida.
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Bonequinha de Luxo
TÃtulo original: (Breakfast at Tiffany's)
Lançamento: 1961 (EUA)
Direção: Blake Edwards
Atores: Audrey Hepburn , George Peppard , Patricia Neal , Buddy Ebsen , Martin Balsam
Duração: 115 min
Gênero: Drama

Personagem Sheldon Cooper, no episódio 3.16 de The Big Bang Theory

Em "O Jogo do Anjo", Ruiz Zafón nos leva de volta à Barcelona, ao Cemitério dos livros esquecidos, à Livraria Semprere e Livros... No entanto, as semelhanças com "A Sombra do Vento" acabam por ai. Nada da vitalidade, do Ãmpeto e do amor desenfreado de Daniel pelos livros e por Bea. Agora, o autor nos apresenta David, um jovem escritor que desde cedo vende seu talento por moedas de ouro, traindo assim o seu dom.
David desperdiça sua vida. Seu pessimismo e desventura tem espaço não na Barcelona cheia de cores e sons da Rambla e da BoquerÃa, mas numa Barcelona, 'cidade de malditos'. Me atrevo a dizer que a cidade é uma dos protagonistas da obra. Não apenas pela capacidade de Zafón de descrevê-la, mas por dar-lhe uma vida própria, por ser testemunha de todos os fatos e talvez a única a compreender o que realmente acontece na vida dos demais personagens.
Nessa história sombria, num dado momento o leitor pode ter a sensação de perder os sentidos, de não ser mais um ser externo onipresente e onisciente. Na verdade, ele está tão perdido na loucura e na escuridão como todos os outros: David, Vidal, Cristina... A única luz que parece permanecer está na chama de Isabela e na segurança que encontramos na Semprere e Livros.
E falando em Isabela, seus diálogos com David são o melhor do livro. Rápidos e inteligentes, eles conseguem trazer leveza no momento e na medida certos.
Dito isso, só posso acrescentar: leiam, ou melhor, se percam nas histórias, nos cenários, nos personagens, no bairro do Born e vislumbre a Catedral de Maria do Mar, a casa da torre. Olhe para o Park Guell sem as cores e os ladrinhos. Conheça esse anjo ou demônio que vive perto de cada um de nós.
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Ficha Técnica
TÃtulo: O Jogo do Anjo
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Suma de Letras
Ano da Publicação: 2008
ISBN: 978 85 60280-30-8
410 páginas
Personagem de Andreas Corelli, em O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafón
*** Resenha do livro em breve...
como si fuera siempre antes
como si de tanto esperar
sin que te viera ni llegaras
estuvieras eternamente
respirando cerca de mÃ."
Integraciones, Pablo Neruda
O cotidiano das "garotas" Gilmore no povoado fictÃcio de Stars Hollow trouxe magia e verdade na medida certa. Já que por mais surreal que poderia parecer a pequena cidade de Stars Hollow (onde se passa a série), as situações eram surpreendentemente verossÃmeis.
Essa série criada por Amy Sherman-Palladino foi estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel de 5 de outubro de 2000 a 15 de maio de 2007, quando terminou em sua sétima temporada, e suas maiores marcas foram, sem dúvida, seus diálogos rápidos e as frequentes referências da cultura popular e polÃtica, além dos comentários sociais. Os atores, em um dos extras, revelam que a maioria das referências eram desconhecidas por eles próprios e que Amy sempre dizia: "Depois explico". Já outras eras óbvias e uma que sem dúvida surpreendeu os fãs brasileiros foi quando Lorelai perguntou "Hey, o que aonteceu com a Xuxa?". Isso mesmo! A rainha dos baixinhos tentou emplacar nos Estados Unidos no começo dos anos 90, sem sucesso. Mas mesmo assim, lá estava ela em um dos diálogos da série.
Então, só para matar a saudade... "Where you lead, I will follow, Anywhere that you tell me to, If you need, if you need me to be with you, I will follow, Where you lead"
Les Dangereux from RedForty on Vimeo.
Carlos Drummond de Andrade

A coleção "Aplauso", da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, passa a estar disponÃvel também pela internet. Ao todo, a série, criada para registrar a história do teatro, cinema e da televisão no Brasil, tem 170 tÃtulos que podem ser lidos gratuiitamente no site http://aplauso.imprensaoficial.com.br
No site, podem ser encontradas biografias de Raul Cortez, Tônia Carrero, Mazzaropi, Fernando Meirelles, Carlos Zara, Gianfrancesco Guarnieri, Beatriz Segall, Walmor Chagas, Eva Wilma, Jonas Bloch, entre outros, além da história das tevês Tupi e Excelsior.

Bem, é nesse sábado, 19/12, o lançamento do site The Comics Cafe, na Saraiva MegaStore do Iguatemi, em Fortaleza – CE. A programação, que começa à s 15h, inclui distribuição gratuita da revista The Comics Cafe, exibição de vÃdeos por toda a loja e um bate-papo com os autores do site: João Belo, Júlio Belo e Falex Vidal. Confiram:
15h Distribuição gratuita da revista The Comics Cafe*;
Venda do livro Tiras de Letra – Na Batalha;
Exibição de vÃdeos por toda a loja;
Ilustrando com a Luz**;
16h Bate-papo com os autores do site: João Belo, Júlio Belo e Falex Vidal;
17h Sorteio de brindes;
Autógrafos dos autores que participam do livro Tiras de Letra – Na Batalha.
*A revista traz como encarte um cupom dando direito à degustação gratuita de café expresso na cafeteria Dona XÃcara (localizada dentro da loja). A numeração no cupom servirá para o sorteio de brindes ao final da tarde.
** O artista Falex Vidal demonstrará, através de projeção ao vivo, a experiência de se desenhar em uma tablet.
*** Ah, e o evento será embalado por uma trilha sonora especial!

O jornalista Marcelo Tas lançou recentemente o livro "Nunca antes na história deste PaÃs", com frases ditas pelo presidente Lula durante seus anos de mandato. A publicação mistura humor e ironia ao lembrar de momentos marcantes da história do nosso paÃs.
Confira algumas das frases do livro:
Lula Advogado
"Ninguém aqui é freira ou santo, não estamos em um convento, e não me consta na história que em um convento também não tenha briga."
13/4/2009, no Palácio do Buriti, em BrasÃlia, durante o lançamento do Pacto Republicano por uma Justiça mais ágil.
Ao redor de Lula estavam os "anjinhos" que administram os seguintes "conventos": José Sarney (Senado), Michel Temer (Câmara) e Gilmar Mendes (Supremo Tribunal Federal).
Lula Animal PolÃtico
"O povo cubano é o mais politizado do planeta Terra."
19/2/2008, comentando o afastamento de Fidel Castro do governo de Cuba.
E se incluirmos outros planetas? Seriam os incas venusianos que invadiram a Terra nos anos 60, mas foram expulsos pelo super-herói japonês Nacional Kid?
Lula Comediante Stand-up
"Roberto, você pode ficar de pé para minha mulher saber quem é o dono do banco dela?"
2002, para Roberto Setúbal, dono do Bando Itaú, em encontro com lÃderes polÃticos e empresariais, na reta final da campanha eleitoral.
O que um homem não faz para agradar a mulher na frente de outros homens?
Lula Economista "Na primeira vez que me perguntaram se eu era comunista, respondi: 'Sou torneiro mecânico'."
Em entrevista para o livro "Lula, o Filho do Brasil".
Entre Karl Marx e Adam Smith, o presidente-metalúrgico sempre optou pelos aperitivos com os "cumpanhero".
Lula Filósofo "O governo tenta fazer o simples, porque o difÃcil é difÃcil."
17/6/2004, na 1ª Conferência Nacional do Esporte.
Te cuida, Confúcio!
Lula Marqueteiro
"A sorte tua, Nazareth, é que eu sou um cara bonito."
2002, filme "Entreatos", a 14 dias do segundo turno durante gravações do Horário Eleitoral Gratuito, para a maquiadora que o atendia na produtora de Duda Mendonça.
Sorte da Nazareth, azar do espelho.
Metamorfose Ambulante "Você, Babá, se não falasse mal do governo não sairia nem na Gazeta do Pará. Sai no Jornal Nacional porque ataca o governo."
29/04/2003, sobre as declarações contrárias ao governo do deputado petista Babá
Resumindo, Lula diz o seguinte: "você, Babá, é eu, ontem."
Lula Ser Humano "Minha mãe era uma mulher que nasceu analfabeta!"
8/3/2004, discursando no Dia Internacional da Mulher
Certamente, presida, sua mãe nasceu analfabeta, desdentada, com pouco cabelo e chorando de fome. Afinal, como a mãe de cada um de nós.
Técnico de Futebol "Eu sei que ele está magro. Mas vira e mexe a gente lê na imprensa que ele está gordo... Afinal, ele está gordo ou não está gordo?"
8/6/2006, conversando com o técnico Parreira, por meio de videoconferência, sobre a pança de Ronaldo Fenômeno.
Ronaldo não gostou de virar tema da conversa via satélite. Soltou uma bomba de bate-pronto: "A gente também lê na imprensa que ele (o presidente Lula) bebe pra caramba. Tanto é mentira que eu sou gordo como deve ser mentira que ele bebe pra caramba".
Lula Turista
"Parece Garanhuns. Só faltam mil anos de história."
14/9/2007, comparando Toledo, cidade histórica da Espanha, com Garanhuns (PE), cidade onde nasceu.
Mil anos significam quantos mandatos presidenciais?
Eduardo Galeano, escritor uruguaio


















