
Sabrina é um daqueles filmes no qual você fica torcendo pela mocinha do começo ao fim, aguardando ansiosa pelo momento em que ela poderá ficar com o mocinho sem quaisquer impecilhos, que neste caso eram a diferença social e o irmão do rapaz.
Foi a deliciosa comédia Sabrina que consolidou o nome de Audrey Hepburn na fama. Ela tinha acabado de ganhar um Oscar, é verdade, por "Roman Holiday", mas foi nesse longa que ela alinhou de maneira promissora a sua carreira.
No filme, ela faz a filha do motorista de uma famÃlia rica, que viaja para Paris para esquecer seu amor pelo filho mais novo dos Larabees, David. Lá, ela toma um banho de loja e volta da França como uma mulher elegante e bela (esse foi o primeiro filme em que Hepburn usou as criações do estilista Givenchy). Ai, já é David que se apaixona por ela. Tudo perfeito se o rapaz não estivesse comprometido com outra jovem. Diante dos interesses "familiares", Linus, o irmão mais velho, tenta afastar os dois, mas é ai que ele também se apaixona por Sabrina.
Numa perfeita combinação de charme, elegante, "infantilidade" e beleza, Hepburn conquista não apenas os irmaõs Larabees, mas a todos com a sua Sabrina.
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FICHA TÉCNICA
- TÃtulo original:Sabrina
- Gênero:Comédia Romântica
- Duração:1h53min
- Ano de lançamento:1954
- Estúdio:Paramount Pictures
- Direção: Billy Wilder
- Elenco: Humphrey Bogart, Audrey Hepburn, William Holden, Walter Hampden, John Williams
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A idéia do post veio dessa matéria que só hoje vi no site da Época (publicada em 31/12/2009 e Atualizada em 18/03/2010).
Alguns conselhos, estão transcritos logo abaixo:
Cuide mais das qualidades
"Certa vez, eu estava conversando com o Robert Gallo, que descobriu o vÃrus da aids, e ele disse: ‘Você é um rapaz criativo. E nós, pessoas criativas, temos de tomar mais cuidado com nossas qualidades que com nossos defeitos’. Porque os defeitos você sabe quais são e pode se defender deles, mas, das qualidades, não. Os criativos criam tantas coisas que depois não conseguem levar adiante o que criam, e isso pode ser uma arma contra a própria pessoa. O Gallo me disse isso na casa dele, num almoço, em 1995. Ele me conhece, sabe sobre meu trabalho aqui no Brasil, e a gente vivia trocando ideias. Ele falou por experiência própria, porque, esse tipo de conselho, nunca ouvi em lugar nenhum. Ele é muito entusiasmado com suas ideias e toma esse conselho para si mesmo. Eu também tenho essa tendência de pensar coisas diferentes, de ser empreendedor, de pensar assim: ‘Vamos fazer’. Ao mesmo tempo, reflito: ‘Será que tenho condição de levar até o fim?’. Se você é preguiçoso, toma precauções contra a preguiça. É mais fácil. Agora, se você é generoso, essa generosidade pode te destruir também. Hoje, sou muito cuidadoso e, quando surge algo novo, penso no tempo que aquilo me tomará e de onde eu vou tirar tempo para aquilo. Porque pode chegar uma hora em que não haja tempo para mais nada. Então é preciso decidir, pensar bem."
Drauzio Varella, 66 anos, médico
Nunca se explique
"Era 1964. Eu tinha 30 anos e estava fazendo pós-graduação nos Estados Unidos. No Brasil, o golpe militar trouxe um clima em que qualquer coisa era subversão. Não era preciso fazer nada para ir preso. Muitos amigos meus foram assassinados. Eu escrevia artigos falando de liberdade, nada explÃcito contra o regime, mas é claro que eu era contra ele. E assim ganhei inimigos. Eu tinha sido pastor. Pessoas que não gostavam de mim dentro da igreja começaram a me fazer acusações. Nada era claro. Nunca sabemos direito como são as coisas. Chegavam mensagens do tipo ‘consta que existe um documento contra você’ e tal. Eram ameaças. E, naquela época, até provar que focinho de porco não era tomada elétrica... Eu quis me defender. Publiquei artigos em revistas americanas para me explicar. Não houve repercussão. Foi então que meu professor de filosofia na universidade, muito sábio, me deu o melhor conselho que já me deram na vida. Ele me disse: ‘Rubem, nunca se explique. Para seus amigos, não é preciso se explicar. Para seus inimigos, é inútil se explicar’. Eu tentei seguir o conselho. Sempre tento, mas muitas vezes eu desobedeço. Ninguém segue conselho, né?"
Rubem Alves, 76 anos, mineiro, escritor, educador
Sucesso ou fracasso não são para sempre
"Em 1998, eu fazia um espetáculo chamado Um tal de Dom Quixote, com a Companhia Bando de Teatro Olodum. Meu papel era o de Sancho Pança. Quando a crÃtica do espetáculo saiu na imprensa, me fazia enormes elogios. Disse que eu havia roubado a cena. O tÃtulo era: ‘Um tal de Sancho Pança’. Fiquei exultante e fui mostrar a crÃtica à minha diretora, Cica Carelli. Ela me disse: ‘Mas por que você está comemorando tanto? Saiba que não existem nem sucesso nem fracasso permanentes’. Na hora, fiquei chateado por ela ter cortado a minha onda. De lá para cá, vi que é exatamente assim. Devemos ser comedidos nas alegrias e nas tristezas da profissão. O conselho que ela me deu, na verdade, formou parte de minha personalidade, pauta quem sou hoje. Depois de fazer televisão e de ficar mais popular, com novelas de grande sucesso, sempre penso nisso e comento sobre o que faço com o máximo de normalidade. Eu me tornei realmente consciente da possibilidade desses altos e baixos. Isso me ajuda muito a ter equilÃbrio no trabalho e na vida."
Lázaro Ramos, 30 anos, baiano, ator
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Só você pode se derrotar
"Na época da ditadura, eu estava presa no Dops, em São Paulo. Como as celas estavam lotadas de presos polÃticos e havia menos mulheres do que homens, botavam a gente nas solitárias. Então, fui parar em uma solitária. Estávamos eu e uma jovem de 21 anos chamada Leslie Denise, a Lelé. Um dia bateram na nossa porta com uma caneca. Pela janelinha, vimos um velhinho de olhos azuis. Com bandagens nos pulsos, ele disse assim: ‘Oi, meu nome é Jacob Gorender. Como é que vocês se chamam?’. Entre os presos havia dois estrangeiros do Al Fatah (facção palestina). Um deles nos contou que o velhinho era o doutor Jacob Gorender. Fizeram barbaridades com ele e passamos a cuidar dele. Lavávamos sua roupa, amassávamos abacate, botávamos açúcar, limãozinho. Ficamos amicÃssimas dele. A gente o achava velho, mas ele tinha 47 anos. Um dia, ele me deu um conselho: ‘Só tem uma coisa que você não pode fazer’, disse para mim e para Lelé. ‘Vocês não podem achar antecipadamente que eles (do Dops) sabem tudo, porque, se você achar que eles sabem tudo, que entendem tudo e são tão poderosos, vocês já se derrotaram’. Então, na vida, você não pode achar nunca que as pessoas sabem tudo ou são tudo. Se você não for capaz de entender o que a outra pessoa quer de ti, como é que ela te atinge, se você não for capaz de fazer isso, você já perdeu. E a frase dele era a seguinte: ‘Cuidado. Só você pode se derrotar’."
Dilma Rousseff, 61 anos, mineira, ministra-chefe da Casa Civil
E você, qual o melhor conselho que você recebeu?

Antes de falar do episódio, tenho que comentar a abertura. Não consigo entender a mudança no meio da temporada. A sensação que me deu é a de que eles tentaram suavizar um pouco e deixar o design mais moderno. O problema é que a série não é suave e, portanto, as fontes bastonadas para os nomes que aparecem só serviram pra causar um grande estranhamento entre os telespectadores, que agora aguardam que a abertura retorne ao original. No entanto, eu particularmente, não guardo essa esperança de que foi apenas um teste de um episódio só. A música também foi mixada... para pior.
Ao menos, passado o choque da abertura, tivemos um epidódio que muitos ansiavam. Que Peter não era desse Universo todos já sabiam ou - ao menos - suspeitavam. Mas agora, tudo pôde ser explicado, inclusive o acidente que levou a Nina Sharp perder seu braço.
"Peter" conta a história de como o personagem de Peter Bishop foi trazido de outro universo para o nosso próprio. No episódio anterior, Olivia havia percebido a verdade sobre Peter, e então Walter a procura para tentar explicar para ela - e talvez para si mesmo - suas ações. E fazê-la entender como aconteceu a sua escolha.
Inspirado, o ator John Noble, o Walter, esteve impecável durante todos os 40 minutos, e isso foi fundamental para o sucesso do capÃtulo. Afinal, como já disse, as revelações eram previsÃveis, mas as emoções sucitadas por Walter ao contar toda a história à Olivia... ah, essas não eram! A história foi profundamente pessoal, complexa e atraente. O episódio, perfeitamente compassado.
Apesar de revelador, muito ainda há por trás de Fringe, não apenas em termos da ficção, mas do drama envolvendo os personagens. O quê significou Nina dizer a Walter que "Você sabe o quanto Peter significava para mim e como será difÃcil para mim admitir que ele se foi"?
PS: Gente e, falando sério, os "Observadores" saindo do cinema, assistindo "De volta para o Futuro"... IncrÃvel como os roteiristas não perdem a oportunidade de fazer piada com a sua própria história.
PS2: Walternativo? Só o "verdadeiro" Walter para criar esse apelido!
PS3: Uma leitora do 'As séries da minha vida' fez um comentário bastante pertinente sobre a abertura: que a mudança foi justamente para dar um ar mais retrô já que a história se passava na década dos anos de 1980. Se for assim, mais uma vez tiro o chapéu pros podutores de Fringe.

Antes de subir ao Calvário, talvez nas horas mais Ãntimas passadas com seus apóstolos, disse Jesus, conversando com eles na última ceia: "Filhinhos..." (Jo 13:33); aliás, há quem traduza: "Meus meninos...". Por eles fizera-se homem e, agora, estava para derramar o sangue daquela maneira, para salvá-los. Tinha toda razão de chamá-los "filhinhos".
Então, morre na cruz e, três dias depois, aparece a Madalena em pranto e diz: "Vai, porém, a meus irmãos e dize-lhes: Subo a meu Pai e vosso Pai, a meu Deus e vosso Deus" (Jo 20:17).
É amor verdadeiro e divino, amor encarnado em Jesus, aquele que lhe faz dizer "filhinhos" não só aos discÃpulos presentes mas, por meio deles, a quantos o seguiriam.
Contudo, mostra-se ainda mais amor quando dis a Madalena "Vai a meus irmãos".
Talvez seja possÃvel conhecer Deus como Pai, pois no pai sempre há uma superioridade que o distingue do filho.
Mas, Deus como irmão, que conosco adora no Céu o seu e o nosso Pai, é um mistério tamanho, só possÃvel de vislumbrar se considerarmos que Deus é realmente o Amor. O Amor que, depois deter merecido, como Homem, todos os tÃtulos de paternidade para com os homens, pelos quais se encarnou, viveu e morreu, no findar de sua vida terrena, coloca-se ao lado dos outros, que Ele reconciliou com o Pai, fazendo-os partÃcipes de sua Divindade, fazendo-os semelhantes a si pelo Amor. Diz-se de fato que o Amor faz semelhar a si, e isso se constata em Jesus com uma clareza Ãmpar.
Além disso, o que caracteriza Jesus Salvador é que Ele dirigiu aquelas palavras de fraternidade a uma mulher, antes pecadora. E é justamente dela que se serve para avisar os Apóstolos, os que compunham sua Igreja nascente. A encarnação e a paixão de Jesus tinham como escopo a salvação do que estava perdido.
Ele converge sempre para isto e não se contradiz jamais.
A Igreja também fora fundada para continuar essa missão; por isso, Jesus faz que seja Maria Madalena a comunicar aos seus eleitos a notÃcia mais extraordinária, o milagre mais excelso. Aquela morte fora sobretudo por ela, pelos pecadores, que o amor e o sangue de Jesus haviam purificado e feito dignos até mesmo de anunciar aos que deveriam - por vocação - transmitir ao mundo a grande mensagem da ressurreição de Jesus e, por Ele e com Ele, a de todos os que o amam.
Autora: Chiara Lubich

Gabriel GarcÃa Marquez, en 'Vivir para Contarla' (p.15)

Rick, personagem de Humphrey Bogart, em Casablanca
Clássico do cinema americano, Casablanca, de 1942, foi um divisor de águas. Maduro e realista o filme foi ousado ao tratar da Segunda Guerra antes mesmo que ela acabasse, contando da saga daqueles que tentavam fugir da Europa, ocupada pelos nazistas, para os Estados Unidos, já que a cidade era a penúltima cidade da rota de fuga dos que fugiam do Terceiro Reich. Entre os que pretendiam ir para o Novo Mundo estavam Ilsa Lund e Victor Lazlo, importante lÃder da resistência tcheca. O que Ilsa não imaginava quando chega à Casablanca é que ali vivia Rick Blaine, um homem com o qual teve um romance em Paris, quando seu marido Lazlo havia sido dado como morto.
Casablanca foi um marco na carreira dos atores Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, que interpretam Rick e Ilsa. Muitos dizem que a interpretação apesar de carismática era bastante carregada pela teatralidade, o que era de se esperar já que ainda se procurava encontrar a linguagem desse novo meio que era o cinema. A música tema do relacionamento dos dois, "As Times Goes By", virou um Ãcone do cinema. Confira a cena na qual Ilsa pede a Sam que a toque no bar de Rick:
A Academia contemplará três microcontos, levando em consideração o uso correto das normas gramaticais, como coerência, coesão e ortografia em sua avaliação. Os escolhidos serão expostos no Portal da ABL, assim como no Abletras.
Além disso, o primeiro lugar receberá um Vocabulário Ortográfico da LÃngua Portuguesa (VOLP); o segundo lugar ganhará um minidicionário escolar da Academia Brasileira de Letras; e o terceiro lugar receberá um minidicionário da LÃngua Portuguesa do Professor e Acadêmico Evanildo Bechara, todos com as devidas atualizações do Novo Acordo Ortográfico da LÃngua Portuguesa.
Saiba mais, lendo o regulamento aqui.
ABL e novas tecnologias - Primeiro, a notÃcia de que os membros receberão Kindles para experimentação. Uma iniciativa ousada, se imagirnarmos que a instituição data de 1897, composta por apenas 40 membros efetivos e perpértuos, que amam livros... de papel.
Mas a verdade é que a ABL já vem dandos passos interessantes na tentativa de se inserir na Internet e nessa cultura nova que ela supõe. Há pouco tempo foi lançada a versão online do Vocabulário Ortográfico da LÃngua Portuguesa (Volp).
Em dezembro último, a ABL passou a twittar. O presidente inaugurou o perfil no microblogging dizendo: “Se eu tuÃto, tu tuÃtas e eles tuÃtam, a academia também tuÃta”.

Definitivamente essa não está sendo a melhor das temporadas de Grey's Anatomy, mas gostei muito de Push (6.17). O episódio foi da Callie! IncrÃvel perceber como a personagem cresceu e não lembra em nada aquela médica "estranha" tentando entrar no grupo. Ela amadureceu e agora já pode dar "conselhos saudáveis", como ela mesma disse, para os outros. E vamos admitir, eles estão mesmo precisando de conselhos...
Sloan não sabe o que quer da vida: das rapidinahs com enfermeiras, agora o rapaz quer construir uma famÃlia. Lexie, coitadinha, só agora a ficha está caindo que o relacionamento acabou, que Sloan quer seguir em frente e que ela está sozinha sem perspectivas. Hunt começando a sentir ciúmes de Teddy... E tudo o que ele passou pra ficar com Cristina?
Enfim, está tudo uma bagunza bem ao estilo Grey's Anatomy.
Holly, personagem de Audrey Hepburn, em Bonequinha de luxo (1961)
Fim de semana Cult... Assisti a "Bonequinha de Luxo". Inspirado no livro de Truman Capote, o longa de 1961, ganhou não apenas o Oscar de Melhor Filme, mas os corações de todos os seus espectadores. Afinal, quem poderia resistir a Audrey cantando "Moon River" na janela do seu apartamento? Ou a George Peppard como um gigôlo capaz de larga a boa vida pela amada? Ou mesmo ao impagável Mickey Rooney personificando um neurótico vizinho oriental?
Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, Holly (Audrey Hepburn) toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany's, na intenção de fugir dos problemas. Decidida a casar-se com um milionário, seus planos mudam ao conhecer o aspirante a escritor - e gigôlo - Paul Varjak.
Se hoje o roteiro pode parecer absolutamente normal, em 1961, "Bonequinha de Luxo" superou os preconceitos do inÃcio dos anos de 1960, apresentando uma história de amor de uma prostituta de luxo e de um gigôlo. No entanto, independente do ano em que se assista, "Bonequinha de Luxo" será sempre um deleite pela irrepreensÃvel atuação dos atores, pela música, pela fotografia e principalmente por sua história humana, tocante e divertida.
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Bonequinha de Luxo
TÃtulo original: (Breakfast at Tiffany's)
Lançamento: 1961 (EUA)
Direção: Blake Edwards
Atores: Audrey Hepburn , George Peppard , Patricia Neal , Buddy Ebsen , Martin Balsam
Duração: 115 min
Gênero: Drama

Personagem Sheldon Cooper, no episódio 3.16 de The Big Bang Theory

Em "O Jogo do Anjo", Ruiz Zafón nos leva de volta à Barcelona, ao Cemitério dos livros esquecidos, à Livraria Semprere e Livros... No entanto, as semelhanças com "A Sombra do Vento" acabam por ai. Nada da vitalidade, do Ãmpeto e do amor desenfreado de Daniel pelos livros e por Bea. Agora, o autor nos apresenta David, um jovem escritor que desde cedo vende seu talento por moedas de ouro, traindo assim o seu dom.
David desperdiça sua vida. Seu pessimismo e desventura tem espaço não na Barcelona cheia de cores e sons da Rambla e da BoquerÃa, mas numa Barcelona, 'cidade de malditos'. Me atrevo a dizer que a cidade é uma dos protagonistas da obra. Não apenas pela capacidade de Zafón de descrevê-la, mas por dar-lhe uma vida própria, por ser testemunha de todos os fatos e talvez a única a compreender o que realmente acontece na vida dos demais personagens.
Nessa história sombria, num dado momento o leitor pode ter a sensação de perder os sentidos, de não ser mais um ser externo onipresente e onisciente. Na verdade, ele está tão perdido na loucura e na escuridão como todos os outros: David, Vidal, Cristina... A única luz que parece permanecer está na chama de Isabela e na segurança que encontramos na Semprere e Livros.
E falando em Isabela, seus diálogos com David são o melhor do livro. Rápidos e inteligentes, eles conseguem trazer leveza no momento e na medida certos.
Dito isso, só posso acrescentar: leiam, ou melhor, se percam nas histórias, nos cenários, nos personagens, no bairro do Born e vislumbre a Catedral de Maria do Mar, a casa da torre. Olhe para o Park Guell sem as cores e os ladrinhos. Conheça esse anjo ou demônio que vive perto de cada um de nós.
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Ficha Técnica
TÃtulo: O Jogo do Anjo
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Suma de Letras
Ano da Publicação: 2008
ISBN: 978 85 60280-30-8
410 páginas
Personagem de Andreas Corelli, em O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafón
*** Resenha do livro em breve...
como si fuera siempre antes
como si de tanto esperar
sin que te viera ni llegaras
estuvieras eternamente
respirando cerca de mÃ."
Integraciones, Pablo Neruda
O cotidiano das "garotas" Gilmore no povoado fictÃcio de Stars Hollow trouxe magia e verdade na medida certa. Já que por mais surreal que poderia parecer a pequena cidade de Stars Hollow (onde se passa a série), as situações eram surpreendentemente verossÃmeis.
Essa série criada por Amy Sherman-Palladino foi estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel de 5 de outubro de 2000 a 15 de maio de 2007, quando terminou em sua sétima temporada, e suas maiores marcas foram, sem dúvida, seus diálogos rápidos e as frequentes referências da cultura popular e polÃtica, além dos comentários sociais. Os atores, em um dos extras, revelam que a maioria das referências eram desconhecidas por eles próprios e que Amy sempre dizia: "Depois explico". Já outras eras óbvias e uma que sem dúvida surpreendeu os fãs brasileiros foi quando Lorelai perguntou "Hey, o que aonteceu com a Xuxa?". Isso mesmo! A rainha dos baixinhos tentou emplacar nos Estados Unidos no começo dos anos 90, sem sucesso. Mas mesmo assim, lá estava ela em um dos diálogos da série.
Então, só para matar a saudade... "Where you lead, I will follow, Anywhere that you tell me to, If you need, if you need me to be with you, I will follow, Where you lead"
Les Dangereux from RedForty on Vimeo.
Carlos Drummond de Andrade

A coleção "Aplauso", da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, passa a estar disponÃvel também pela internet. Ao todo, a série, criada para registrar a história do teatro, cinema e da televisão no Brasil, tem 170 tÃtulos que podem ser lidos gratuiitamente no site http://aplauso.imprensaoficial.com.br
No site, podem ser encontradas biografias de Raul Cortez, Tônia Carrero, Mazzaropi, Fernando Meirelles, Carlos Zara, Gianfrancesco Guarnieri, Beatriz Segall, Walmor Chagas, Eva Wilma, Jonas Bloch, entre outros, além da história das tevês Tupi e Excelsior.

Bem, é nesse sábado, 19/12, o lançamento do site The Comics Cafe, na Saraiva MegaStore do Iguatemi, em Fortaleza – CE. A programação, que começa à s 15h, inclui distribuição gratuita da revista The Comics Cafe, exibição de vÃdeos por toda a loja e um bate-papo com os autores do site: João Belo, Júlio Belo e Falex Vidal. Confiram:
15h Distribuição gratuita da revista The Comics Cafe*;
Venda do livro Tiras de Letra – Na Batalha;
Exibição de vÃdeos por toda a loja;
Ilustrando com a Luz**;
16h Bate-papo com os autores do site: João Belo, Júlio Belo e Falex Vidal;
17h Sorteio de brindes;
Autógrafos dos autores que participam do livro Tiras de Letra – Na Batalha.
*A revista traz como encarte um cupom dando direito à degustação gratuita de café expresso na cafeteria Dona XÃcara (localizada dentro da loja). A numeração no cupom servirá para o sorteio de brindes ao final da tarde.
** O artista Falex Vidal demonstrará, através de projeção ao vivo, a experiência de se desenhar em uma tablet.
*** Ah, e o evento será embalado por uma trilha sonora especial!





