Como era de se esperar os deputados recém-licenciados Clodovil Hernandes (Ui!), Frank Aguiar (Au!) e Paulo Maluf (Blá, blá, blá) foram os principais alvos dos repórteres durante a cerimônia de posse da nova legislatura da Câmara.
Mas o fato que realmente movimentou o dia foi a eleição do novo presidente do Congresso Nacional. Arlindo Chinaglia (PT-SP) venceu como era esperado. O que ninguém contava - nem o próprio Chinaglia - era com o apoio dos tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG). Já outra ala do PSDB, a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do atual presidente da sigla, senador Tasso Jereissati (CE), apoiou a candidatura de Aldo, mas não conseguiu a adesão no partido.
Mas o fato que realmente movimentou o dia foi a eleição do novo presidente do Congresso Nacional. Arlindo Chinaglia (PT-SP) venceu como era esperado. O que ninguém contava - nem o próprio Chinaglia - era com o apoio dos tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG). Já outra ala do PSDB, a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do atual presidente da sigla, senador Tasso Jereissati (CE), apoiou a candidatura de Aldo, mas não conseguiu a adesão no partido.
Não foi exatamente um furo de reportagem, mas certamente foi uma reportagem de furo. A globo.com noticiou: "Gisele Bündchen passeia com os cachorros em NY com furo no sobretudo".
Não sei se fico mais penalizada pelos leitoreas ou pela pobre Gisele que não pode sequer dar um passeio em Nova York com o casaco furado.
Não sei se fico mais penalizada pelos leitoreas ou pela pobre Gisele que não pode sequer dar um passeio em Nova York com o casaco furado.

E após ser preso roubando vasos no cemitério e afirmar estar sob efeitos de anti-depressivos, o estilista Ronaldo Ésper quer ser vereador. Coitada da cidade na qual ele vai se candiadatar.
Veja a matéria que saiu na Folha Online:
Após "chacoalhão de Deus", Ronaldo Esper pretende ser vereador
Duas semanas atrás, Ronaldo Esper, 63, se tornou o assunto do momento. Detido em flagrante acusado de tentar furtar dois vasos no cemitério do Araçá, o estilista foi um prato cheio para as colunas e programas sobre famosos.
"Eu sabia que tinha uma certa popularidade, mas não a esse ponto", diz Esper. Para ele, toda essa "loucura" não foi em vão. "Acho que isso aconteceu porque eu, sendo católico, não acreditava no diabo --e para a Igreja Católica o diabo existe", ressalta o estilista. "Deus me deu um chacoalhão para mostrar que o mal existe."
Após o episódio, Esper sentiu despertar a vontade de fazer algo mais. Decidiu que entrará para a vida pública. "Estou procurando um partido polÃtico para, no ano que vem, ser candidato a vereador", conta o apresentador do quadro "Agulhadas", do "Superpop" (Rede TV!).
Já à espera de comparações com o estilista e deputado federal Clodovil Hernandez (PTC-SP), Esper se defende: "Sinceramente, quando Clodovil disse que sairia candidato, sequer falava de sua plataforma". Ele, garante, já tem propostas.
*** Quais?
Saiu em todos os jornais hoje o novo encontro de Fidel Castro com o companheiro Hugo Chávez. Quem teve paciência, pôde até assistir ao vÃdeo de quase 19 minutos da visita do presidente venezuelano na internet. Mas o que me levou a escrever foi, na verdade, a tese defendida pelo pesquisador EdÃlson Silva Oliveira, que anda afirmando que o lÃder da revolução cubana é brasileño, ou melhor, brasileiro.
EdÃlson sustenta que o estadista nasceu em Tracuateua, no nordeste paraense. E ainda quer mudar o nome do municÃpio para homenagear seu suposto representante - Fidelândia Gloriosa, Nova Fidel ou Fidelópolis.
O pesquisador brasileiro conta que ouvia histórias sobre os parentes de Fidelito desde que tinha 7 anos de idade e resolveu investigar a fundo a informação. A notÃcia contagiou de tal forma a cidade que uma banda local chamada Quero Mais criou uma música que conta a história sobre o Fidel brasileiro e suas andanças por Tracuateua.
A teoria de EdÃlson, no entanto, não bate com os dados históricos colhidos pela pesquisadora carioca Cláudia Furiati, autora de única biografia autorizada de Fidel.
Fidel brasileiro - A história pode ser resumida da seguinte forma: Angel Castro, pai original de Fidel Castro, chegou de barco a Tracuateua nos anos 20, e conheceu Delfina, uma elegante jovem por quem se apaixonou. Eles tiveram um filho, Fidel Castro, que nasceu nas plácidas margens do Rio Quatipuru, em 1926, onde viveu até quase os 4 anos de idade. Depois disso foi com a famÃlia para a cidade de Iquitos, no Peru, onde seu pai tinha outra mulher.
Fidelito, como era conhecido no Brasil, passou então boa parte da adolescência em terras peruanas, convivendo com três irmãos e suas mães - porque o pai fugiu das duas esposas e foi para Cuba. No começo da década de 50, Fidel foi parar em Cuba, não se sabe por quê, e acabou liderando a revolução socialista de 1959.
O fato só não pôde ser comprovado porque, segundo o pesquisador, Che Guevara (um dos principais mentores da revolução cubana) e seus companheiros atearam fogo no cartório da cidade nos anos 60, onde estava a verdadeira certidão de nascimento de Fidel, para impedir que a verdade viesse à tona e os cubanos descobrissem que seu maior lÃder era, na verdade, um tupiniquim.
*** Será?
EdÃlson sustenta que o estadista nasceu em Tracuateua, no nordeste paraense. E ainda quer mudar o nome do municÃpio para homenagear seu suposto representante - Fidelândia Gloriosa, Nova Fidel ou Fidelópolis.
O pesquisador brasileiro conta que ouvia histórias sobre os parentes de Fidelito desde que tinha 7 anos de idade e resolveu investigar a fundo a informação. A notÃcia contagiou de tal forma a cidade que uma banda local chamada Quero Mais criou uma música que conta a história sobre o Fidel brasileiro e suas andanças por Tracuateua.
A teoria de EdÃlson, no entanto, não bate com os dados históricos colhidos pela pesquisadora carioca Cláudia Furiati, autora de única biografia autorizada de Fidel.
Fidel brasileiro - A história pode ser resumida da seguinte forma: Angel Castro, pai original de Fidel Castro, chegou de barco a Tracuateua nos anos 20, e conheceu Delfina, uma elegante jovem por quem se apaixonou. Eles tiveram um filho, Fidel Castro, que nasceu nas plácidas margens do Rio Quatipuru, em 1926, onde viveu até quase os 4 anos de idade. Depois disso foi com a famÃlia para a cidade de Iquitos, no Peru, onde seu pai tinha outra mulher.
Fidelito, como era conhecido no Brasil, passou então boa parte da adolescência em terras peruanas, convivendo com três irmãos e suas mães - porque o pai fugiu das duas esposas e foi para Cuba. No começo da década de 50, Fidel foi parar em Cuba, não se sabe por quê, e acabou liderando a revolução socialista de 1959.
O fato só não pôde ser comprovado porque, segundo o pesquisador, Che Guevara (um dos principais mentores da revolução cubana) e seus companheiros atearam fogo no cartório da cidade nos anos 60, onde estava a verdadeira certidão de nascimento de Fidel, para impedir que a verdade viesse à tona e os cubanos descobrissem que seu maior lÃder era, na verdade, um tupiniquim.
*** Será?
1. Sigo lendo Travessuras da menina má;
2. Continuo com a fisioterapia (mais dez sessões);
3. Acabou minha licença saúde e voltei ao trabalho (Muito trabalho, por sinal);
4. Estou com quatro filmes para assistir durante a semana;
5. Já fiz reserva para uma pousada na Caponga para passar o carnaval;
6. Vou marcar algumas consultas médicas, afinal não há momento mais própricio para passar no consultório do que no inÃcio do ano;
7. Meu celular não está enviando nem recebendo mensagens multimÃdia;
8. Ganhei quatro reais da Loto Fácil (desse jeito vou ficar rica!).
2. Continuo com a fisioterapia (mais dez sessões);
3. Acabou minha licença saúde e voltei ao trabalho (Muito trabalho, por sinal);
4. Estou com quatro filmes para assistir durante a semana;
5. Já fiz reserva para uma pousada na Caponga para passar o carnaval;
6. Vou marcar algumas consultas médicas, afinal não há momento mais própricio para passar no consultório do que no inÃcio do ano;
7. Meu celular não está enviando nem recebendo mensagens multimÃdia;
8. Ganhei quatro reais da Loto Fácil (desse jeito vou ficar rica!).

Um blog muito interessante e que acabou por me impressionar é o Conversa Afiada do Paulo Henrique Amorim. Com a lÃngua afiada de verdade, ele consegue ter uma visão coerente e extremamente lúcida dos acontecimentos nacionais. Além disso, ele consegue fazer as conexões necessárias dos fatos.
Um bom exemplo é a seguinte notÃcia publicada dia 28 de janeiro:
O QUE SERRA E RONALDO TÊM EM COMUM
. Ronaldo, dito “O Fenômeno”, disse que o Real Madrid é um inferno e Capello, o técnico, um demônio.
. Ocorreu a um amigo de Higienópolis um comentário interessante.
. (Parece incrÃvel, mas nem todos os que moram em Higienópolis, bairro de São Paulo, são tucanos).
. “O Serra torce tanto pelo PAC quanto o Ronaldo pelo Real Madrid”.
. A propósito de tucanos, o presidente do PSDB, Tasso Jereissati, em entrevista a Carlos Marchi, do Estadão, parece querer livrar-se do que Luis Nassif chamou, aqui no IG, de “ectoplasma” do Fernando Henrique.
. Tasso diz que FHC é o máximo. Mas, que não manda mais nada no partido. Nem deve mandar.
. É mais ou menos isso o que (não) diz Aécio Neves.
. Em tempo: acaba de me telefonar um amigo que mora no Hemisfério Norte. Onde os tucanos são raros: interessante que numa entrevista com o presidente do PSDB sobre os problemas do PSDB, o entrevistador não tenha perguntado se o fato de o PSDB ter perdido duas eleições presidenciais consecutivas e pela mesma diferença acachapante (61% X 39%) não tem a mÃnima, quase irrelevante, relação com a origem dos problemas do partido.
Eu carrego seu coração comigo
Eu carrego no meu coração
Nunca estou sem ele
Onde quer que vá, você vai comigo
E o que quer que faça
Eu faço por você
Não temo meu destino
Você é meu destino, meu doce
Eu não quero o mundo por mais belo que seja
Você é meu mundo, minha verdade.
Eis o grande segredo que ninguém sabe.
Aqui está a raiz da raiz
O broto do broto e o céu do céu
De uma árvore chamada vida
Que cresce mais que a alma pode esperar ou a mente pode esconder
E esse é o pródigo que mantém as estrelas à distancia
Eu carrego seu coração comigo
Eu o carrego no meu coração.
Esse poema foi recitado no filme "Em seu lugar". Logo procurei-o, pois fiquei completamente encantada. Ao escutá-lo, lembrei de todas as pessoas que passaram pela minha vida e que até hoje carrego no meu coração e daquelas que um dia carregarrei - porque não?
Eu carrego no meu coração
Nunca estou sem ele
Onde quer que vá, você vai comigo
E o que quer que faça
Eu faço por você
Não temo meu destino
Você é meu destino, meu doce
Eu não quero o mundo por mais belo que seja
Você é meu mundo, minha verdade.
Eis o grande segredo que ninguém sabe.
Aqui está a raiz da raiz
O broto do broto e o céu do céu
De uma árvore chamada vida
Que cresce mais que a alma pode esperar ou a mente pode esconder
E esse é o pródigo que mantém as estrelas à distancia
Eu carrego seu coração comigo
Eu o carrego no meu coração.
E.E. Cummings
Esse poema foi recitado no filme "Em seu lugar". Logo procurei-o, pois fiquei completamente encantada. Ao escutá-lo, lembrei de todas as pessoas que passaram pela minha vida e que até hoje carrego no meu coração e daquelas que um dia carregarrei - porque não?
Deu no Globo Online:
"Passei a pão, água e bananas", diz Ésper
O estilista das estrelas, Ronaldo Ésper, de 63 anos, preso em flagrante, acusado de tentar levar dois vasos do Cemitério do Araçá, em São Paulo, tem dado sua versão dos fatos depois de conseguir um habeas corpus.
Ésper diz que foi tudo um mal-entendido e que estava sob efeito de um remédio que, segundo ele, é muito forte e receitado para controlar sua depressão. Ele conta que, na delegacia, dormiu em uma cadeira e recusou a comida. "Pedi pão e água. Me mandaram dois pães, água e bananas", disse.
***Jura?!
"Passei a pão, água e bananas", diz Ésper
O estilista das estrelas, Ronaldo Ésper, de 63 anos, preso em flagrante, acusado de tentar levar dois vasos do Cemitério do Araçá, em São Paulo, tem dado sua versão dos fatos depois de conseguir um habeas corpus.
Ésper diz que foi tudo um mal-entendido e que estava sob efeito de um remédio que, segundo ele, é muito forte e receitado para controlar sua depressão. Ele conta que, na delegacia, dormiu em uma cadeira e recusou a comida. "Pedi pão e água. Me mandaram dois pães, água e bananas", disse.
***Jura?!
Ler meus e-mails foi uma boa mesmo. Entre as mensagens, uma boa notÃcia: terei uma resenha minha transformada em Boletim para o rádio.
É o seguinte: no site www.leialivro.com.br, você pode publicar resenhas de livros que você gostou de ler na seção "Publique seus textos". Todas as semanas, as melhores resenhas se tornarão boletins transmitidos por nove rádios em todo o paÃs. Ah, e você ainda ganha livros. Escolhi "Cartas a um jovem poeta", de Rike.
Meu boletim será transmitido no dia 04 de fevereiro. Todo mundo atento, hein?!
Quem quiser conferir a veracidade da notÃciaé só clicar aqui.
É o seguinte: no site www.leialivro.com.br, você pode publicar resenhas de livros que você gostou de ler na seção "Publique seus textos". Todas as semanas, as melhores resenhas se tornarão boletins transmitidos por nove rádios em todo o paÃs. Ah, e você ainda ganha livros. Escolhi "Cartas a um jovem poeta", de Rike.
Meu boletim será transmitido no dia 04 de fevereiro. Todo mundo atento, hein?!
Quem quiser conferir a veracidade da notÃciaé só clicar aqui.
Estou "hibernando" esses dias. Por conta da tendinite sai de licença saúde e estava evitando - até hoje - o uso do computador, mas a curiosidade para ver meus e-mails foi maior.
Devo estar à ativa novamente em poucos dias. Dizem que após a hibernação, os ursos acordam famintos. Que assim seja comigo também e eu possa voltar fazendo barulho, acordando o urso e colocando em prática tudo o que tenho guardado no meu coração.
Devo estar à ativa novamente em poucos dias. Dizem que após a hibernação, os ursos acordam famintos. Que assim seja comigo também e eu possa voltar fazendo barulho, acordando o urso e colocando em prática tudo o que tenho guardado no meu coração.
Saiu na Coluna Vertical, do jornal O Povo hoje:
"NotÃcia que vai abalar profundamente o mundo. Deu em revista de celebridades: Luana Piovani quer ter um filho com Dado Dolabella. Tremei paparazzis!"
"NotÃcia que vai abalar profundamente o mundo. Deu em revista de celebridades: Luana Piovani quer ter um filho com Dado Dolabella. Tremei paparazzis!"
Após um tempo entre filmes e livros, não tinha como me calar diante da situação: o Jornal Nacional se indignou mais com a foto do dinheiro do que com a a tragédia do metrô em São Paulo. Infelizmente, o que move o jornalismo na Rede Globo não são os fatores jornalÃsticos e sim interesses extras. Ao contrário, os jornais da emissora estão fazendo de tudo para tirar a responsabilidade do governado do estado de São Paulo.

No domingo, assisti ao filme Dear, Frankie. SensÃvel, o filme é apaixonante não apenas pela história, mas também pela fina sintonia dos atores. Gerard Bitler, em especial, trouxe ao seu personagem o mistério, a distância e ao mesmo tempo a compaixão nas medidas exatas. Jack McElhone, que interpreta Frankie, um garoto surdo, que quase não fala e que ainda mais por isso, nos derruba com um sorriso ou um olhar de esperança. E não posso deixar de falar na mãe zelosa, personagem de Emily Mortimer.
Dear, Frankie mostra mais uma vez que bons filmes não são feitos com orçamentos milionários e efeitos especiais abusivos, mas com o olhar do diretor, com a interpretação dos autores sobre uma verdadeira história. Aquela que podia acontecer comigo, com você. Aquela que é vivida com pessoas de verdade, que se amam, se odeiam que riem e choram. Porque a magia do cinema é ele próprio.
Ficha Técnica
Elenco: Emily Mortimer, Gerard Butler, Sharon Small, Jack McElhone, Mary Riggans, Sean Brown, Jayd Johnson.
Direção: Shona Auerbach
Gênero: Drama
Distribuidora: Buena Vista
Estréia: 8 de Julho de 2005
Sinopse: Querido Frankie (Dear Frankie) é uma história confortante e por vezes engraçada de um menino de nove anos, chamado Frankie e de sua mãe, Lizzie, que vive na estrada de um lado para outro desde quando é capaz de se lembrar.Com o objetivo de proteger o filho da verdade, Lizzie inventa uma história para satisfazer a curiosidade de Frankie. Com freqüência, ela escreve cartas em nome de um pai fictÃcio que trabalha a bordo de um navio em viagens por terras exóticas.Mas Lizzie logo descobre que o navio do "pai" de seu filho chegará em poucos dias. Agora Lizzie precisa escolher entre contar a verdade a Frankie ou arquitetar um plano desesperado para encontrar o desconhecido perfeito para fazer o papel de pai perfeito.
Como fora prometido, gostaria de estar escrevendo mais, no entanto pegou-me de surpresa uma Tendinite de Quervain, que tem dificultado a digitação. E é melhor, pois iniciei a fisioterapia e prefiro ficar quietinha para ver se otimizo os resultados.
Mas se não escrevo, ao menos estou lendo. Comecei a leitura de Travessuras da menina má.
E a biblioteca vai crescendo... Além de ler, também estou consumindo. Acabei de comprar dois novos livros: "McLuhan por McLuhan", com diversas entrevistas inéditas com McLuhan e "Encontro em Samarra", de John O'Hara. Quem quiser a dica: estavam por R$ 9,90 cada nas Lojas Americanas. Não tinha como não levar para casa.
Mas se não escrevo, ao menos estou lendo. Comecei a leitura de Travessuras da menina má.
E a biblioteca vai crescendo... Além de ler, também estou consumindo. Acabei de comprar dois novos livros: "McLuhan por McLuhan", com diversas entrevistas inéditas com McLuhan e "Encontro em Samarra", de John O'Hara. Quem quiser a dica: estavam por R$ 9,90 cada nas Lojas Americanas. Não tinha como não levar para casa.
Enviei a resenha sobre A sangue frio e pela primeira vez o site ditou o seu conteúdo. Dá para entender. Digamos que meu texto não estivesse exatamente convidativo para uma leitura, mas não podia negar minhas impressões sobre a obra.
De qualquer forma, aos interessados em ler, aà está.
De qualquer forma, aos interessados em ler, aà está.
Terminei de ler A Sangue Frio. Graças a Deus! Cheguei ao final das 422 páginas angustiada como Capote ao receber os telefonemas da penitenciária quando Smith ou Dick solicitavam sua presença.
No inÃcio da leitura, logo na primeira parte, fiquei impressionada, rendida à narrativa do autor. Como por intermédio de entrevistas ele conseguira desvelar em nossa frente o último dia da vida dos Clutter e a preparação dos assassinos? Sim, foram centenas de entrevistas, idas e vindas pelo Kansas e por toda a rota de fuga dos culpados, mas... mas como conseguiu sintetizar numa narrativa tão envolvente e cheia de detalhes. Parecia que estávamos vivendo aquele dia, aquela história. Senti-me incapaz a te mesmo de escrever um bilhete, acostumada à narrativa fria e curta dos jornais atuais.
No entanto, com o passar das páginas o trauma dos assassinatos me levou a ver o autor como um cúmplice de toda a brutalidade do crime, com tanto sangue frio como os assassinos. Afinal, sabemos o quanto Capote investiu, em dinheiro e influencia, para atrasar a morte dos assassinos, pagando inclusive advogados. E tudo isso pra quê? Por uma “obra-prima”? Para poder ter tempo suficiente e até mesmo interferir na história para que sua publicação fosse mais atraente aos milhões de leitores que a aguardavam? O alardeado romance de não-ficção!
Entendo agora porque Capote não pôde assistir ao enforcamento de Smith. Ele estava envolvido demais. Talvez sentisse culpa pela interferência e já não conseguisse viver com ela.
Tynan escreveu na edição de 13 de março de 1966 no jornal The Observe, “Não há prosa que valha a vida humana”. Quem dirá sete. Sim, sete: os quatro Clutter assassinados, Hick e Smith (os homicidas) e o próprio Capote, que morrera sem escrever nada mais que valesse a pena, debilitado pelo álcool e pelas drogas.
Como jornalista fica o incomodo sobre as obrigações morais da profissão, principalmente num mundo de imagens frenéticas, de um jornalismo marrom e sensacionalista, onde disseminam programas ditos policiais, que se especializam num jornalismo a sangue frio.
Como leitor, sinto que a vida dos Clutter foi sugada por seus assassinos, por Capote e por nós, leitores.
O livro - A Sangue Frio, de Truman Capote, conta a história dos quatro membros da famÃlia Clutter, brutalmente assassinados, e dos dois criminosos, executados cinco anos depois. Ele apurou por seis anos o crime, produzindo um livro que mudaria os parâmetros para pensar os limites do relato jornalÃstico e o relato ficcional. A Sangue Frio é um best seller internacional e um clássico contemporâneo.
No inÃcio da leitura, logo na primeira parte, fiquei impressionada, rendida à narrativa do autor. Como por intermédio de entrevistas ele conseguira desvelar em nossa frente o último dia da vida dos Clutter e a preparação dos assassinos? Sim, foram centenas de entrevistas, idas e vindas pelo Kansas e por toda a rota de fuga dos culpados, mas... mas como conseguiu sintetizar numa narrativa tão envolvente e cheia de detalhes. Parecia que estávamos vivendo aquele dia, aquela história. Senti-me incapaz a te mesmo de escrever um bilhete, acostumada à narrativa fria e curta dos jornais atuais.
No entanto, com o passar das páginas o trauma dos assassinatos me levou a ver o autor como um cúmplice de toda a brutalidade do crime, com tanto sangue frio como os assassinos. Afinal, sabemos o quanto Capote investiu, em dinheiro e influencia, para atrasar a morte dos assassinos, pagando inclusive advogados. E tudo isso pra quê? Por uma “obra-prima”? Para poder ter tempo suficiente e até mesmo interferir na história para que sua publicação fosse mais atraente aos milhões de leitores que a aguardavam? O alardeado romance de não-ficção!
Entendo agora porque Capote não pôde assistir ao enforcamento de Smith. Ele estava envolvido demais. Talvez sentisse culpa pela interferência e já não conseguisse viver com ela.
Tynan escreveu na edição de 13 de março de 1966 no jornal The Observe, “Não há prosa que valha a vida humana”. Quem dirá sete. Sim, sete: os quatro Clutter assassinados, Hick e Smith (os homicidas) e o próprio Capote, que morrera sem escrever nada mais que valesse a pena, debilitado pelo álcool e pelas drogas.
Como jornalista fica o incomodo sobre as obrigações morais da profissão, principalmente num mundo de imagens frenéticas, de um jornalismo marrom e sensacionalista, onde disseminam programas ditos policiais, que se especializam num jornalismo a sangue frio.
Como leitor, sinto que a vida dos Clutter foi sugada por seus assassinos, por Capote e por nós, leitores.
O livro - A Sangue Frio, de Truman Capote, conta a história dos quatro membros da famÃlia Clutter, brutalmente assassinados, e dos dois criminosos, executados cinco anos depois. Ele apurou por seis anos o crime, produzindo um livro que mudaria os parâmetros para pensar os limites do relato jornalÃstico e o relato ficcional. A Sangue Frio é um best seller internacional e um clássico contemporâneo.
A menina retirou o vestido do armário e colocou-o cuidadosamente sobre a cama. Deu uma olhada e resolveu experimentar. Ela sabia que havia engordado um pouquinho desde a última vez o que vestira. Seria, então, bom checar se o caimento ainda estava perfeito.
De fato, era necessário um ajuste. Nada demais: apenas as alças estavam um pouco apertadas. A costureira faria isso rapidinho. E fez.
Última checagem: bolsa, sapatos... é parece que estava tudo em ordem. Agora era só aproveitar os minutos que antecedem o baile. Aqueles minutos deliciosos que antecedem momentos importantes na nossa vida. Aqueles antes da passagem de ano, antes do beijo, antes do pedido, antes da viagem dos sonhos, antes de colocar o pé no palco...
A menina não teve baile de formatura. Quando se formou, foi apenas a colação e uma missa que ela acabou faltando. Por isso, aproveitava o máximo àqueles aos quais era convidada. Sentia-se como uma das formanda. Era a oportunidade de tirar o traje passeio completo do armário e sentir-se uma princesa. Daquelas que participavam de bailes e mais bailes, rodopiando pelos salões, sendo observada e admirada por todos os presentes pela beleza, delicadeza e desenvoltura. Quem sabe não encontraria também o seu principe encantado. Não, não... Isso seria pedir demais. Bastavam-lhe o vestido, as luzes, o clima, o sonho que festas assim ainda despertam nos corações dos mais sonhadores.
De fato, era necessário um ajuste. Nada demais: apenas as alças estavam um pouco apertadas. A costureira faria isso rapidinho. E fez.
Última checagem: bolsa, sapatos... é parece que estava tudo em ordem. Agora era só aproveitar os minutos que antecedem o baile. Aqueles minutos deliciosos que antecedem momentos importantes na nossa vida. Aqueles antes da passagem de ano, antes do beijo, antes do pedido, antes da viagem dos sonhos, antes de colocar o pé no palco...
A menina não teve baile de formatura. Quando se formou, foi apenas a colação e uma missa que ela acabou faltando. Por isso, aproveitava o máximo àqueles aos quais era convidada. Sentia-se como uma das formanda. Era a oportunidade de tirar o traje passeio completo do armário e sentir-se uma princesa. Daquelas que participavam de bailes e mais bailes, rodopiando pelos salões, sendo observada e admirada por todos os presentes pela beleza, delicadeza e desenvoltura. Quem sabe não encontraria também o seu principe encantado. Não, não... Isso seria pedir demais. Bastavam-lhe o vestido, as luzes, o clima, o sonho que festas assim ainda despertam nos corações dos mais sonhadores.
Ao chegar em casa, esperava-me uma caixinha de 24cm x 27cm. Dentro dela publicações belÃssimas. Aquisições direto da internet:
1) Travessuras da menina má: de Mario Vargas Llosa, escritor peruano consagrado internacionalmente. O livro trata dos encontros e reencontros de Lily e Ricardo (na Paris dos anos 60 na Londres hippie dos anos 70, em Tóquio dos grandes mafiosos e na Madri em transição polÃtica dos anos 80). A edição é da editora Alfaguara.
2) O caçador de pipas: de Khaled Hosseini. O livro já vendeu mais de 2 milhões só nos Estados Unidos e esteve há mais de um ano em primeiro lugar entre os mais vendidos. Tamanho o sucesso editorial levantou minha curiosidade.
3) Cien años de soledad: de Gabriel Garcia Marques. Em espanhol, queria esse livro há tempos. Tanto pelo prazer de ler Marques como para treinar meu espanhol.
4) Don Quijote de la mancha: de Miguel de Cervantes. A edição é comemorativa pelo centenário da Real Academia Española. Dentre os quatro, foi o que mais me impressionou a principio pela encadernação (capa dura, 1249 páginas), pois é belÃssima e custou apenas R$ 16,00. Uma promoção incrÃvel!!! Sem falar que é um clássico não apenas da literatura espanhola, mas da literatura mundial.
Agora, faltam poucas páginas para terminar A sangue frio. Ao terminar vou ler os livros na ordem que os coloquei acima, mas sem pressa. Ao contrário, degustando cada palavra, cada frase e ir passando meus dias mesclando minha vida com a vida dos milhares de personagens que me aguardam.
1) Travessuras da menina má: de Mario Vargas Llosa, escritor peruano consagrado internacionalmente. O livro trata dos encontros e reencontros de Lily e Ricardo (na Paris dos anos 60 na Londres hippie dos anos 70, em Tóquio dos grandes mafiosos e na Madri em transição polÃtica dos anos 80). A edição é da editora Alfaguara.
2) O caçador de pipas: de Khaled Hosseini. O livro já vendeu mais de 2 milhões só nos Estados Unidos e esteve há mais de um ano em primeiro lugar entre os mais vendidos. Tamanho o sucesso editorial levantou minha curiosidade.
3) Cien años de soledad: de Gabriel Garcia Marques. Em espanhol, queria esse livro há tempos. Tanto pelo prazer de ler Marques como para treinar meu espanhol.
4) Don Quijote de la mancha: de Miguel de Cervantes. A edição é comemorativa pelo centenário da Real Academia Española. Dentre os quatro, foi o que mais me impressionou a principio pela encadernação (capa dura, 1249 páginas), pois é belÃssima e custou apenas R$ 16,00. Uma promoção incrÃvel!!! Sem falar que é um clássico não apenas da literatura espanhola, mas da literatura mundial.
Agora, faltam poucas páginas para terminar A sangue frio. Ao terminar vou ler os livros na ordem que os coloquei acima, mas sem pressa. Ao contrário, degustando cada palavra, cada frase e ir passando meus dias mesclando minha vida com a vida dos milhares de personagens que me aguardam.
Primeira postagem de 2007. Você pode pensar que ela está um tanto tardia, afinal hoje já é dia 03. Na verdade, acho que escrevo no momenro certo: tanto para colocar em prática o desejo de "escrever mais" como para ter tido tempo para colocar em prática as outras coisas a que me propus. E é mesmo: nesse dia útil e meio que tive já dei o ponta-pé inicial em várias coisas. Entre elas: estou terminando de ler Capote, já estou engajadÃssima na Pastoral da Comunicação na minha Igreja - tenho, inclusive uma reunião hoje; também já liguei para academia para fazer o Plano Trimestral, assim me vejo "obrigada" a frequentar nem que seja três meses; ah, e já imprimi os editais de alguns mestrados para começar a preparar meus projetos de pesquisa; falei com amigas que não falava a tempos e já tenho uma festa na sexta pra ir.
É, a tirar por ess começo de ano, acho que vou ter muito o que fazer nos outros 362 dias que restam em 2007. Graças a Deus!!!
É, a tirar por ess começo de ano, acho que vou ter muito o que fazer nos outros 362 dias que restam em 2007. Graças a Deus!!!